CREDO SÓCIO-POLÍTICO DO VEREADOR NEDEL

Esta é uma síntese do meu pensamento, abrangente a todas as áreas alcançadas pela
política. Mas não falo aqui apenas como político. Faço-o especialmente como cidadão,
pai de família e cristão. Não são, é claro, idéias originais, inventadas por mim. Foram
acolhidas e assimiladas ao longo de minha vida, como ensinamento recebido de
incontáveis pessoas de bem, com quem tive a graça de conviver. Não tenho do que me
arrepender por colocá-las em prática.
EU ACREDITO

QUE A VIDA É O MAIS IMPORTANTE DE TODOS OS BENS.
E que o Estado não tem nem deve ter poder sobre sua extinção, a qualquer momento.
Ou seja, a vida, dom de Deus, é sempre intocável pela ação do Estado. Portanto, deve
ser preservada, desde a concepção, e a sociedade deve empenhar-se para que seja
mantida dignamente até a morte do indivíduo.

QUE O HOMEM É NATURALMENTE LIVRE E RESPONSÁVEL POR SEU DESTINO.
E que, depois da vida, a liberdade é o maior de todos os dons de Deus. A inteligência e
a vontade devem ser os guias do procedimento humano para o bom uso da liberdade, já
que esta é limitada pela liberdade dos outros. Reconhecer esse limite é preservar a
própria liberdade. Nascer livre é fruto da bondade de Deus. Viver livre é uma
responsabilidade que assumimos. Morrer livre é uma obrigação que temos.

QUE AS PESSOAS SÃO FUNDAMENTALMENTE DIFERENCIADAS ENTRE SI.
E que, por isso, têm gostos, aspirações, desejos e necessidades diferenciadas,
devendo, portanto, ser satisfeitas diferenciadamente. Por outro lado, as pessoas são
essencialmente iguais em dignidade e na vocação para a felicidade. E, portanto, devem
ter igualdade de oportunidades para alcançá-la.O Direito positivo as faz iguais perante a
Lei. E a sociedade deve buscar tornar esse propósito legal, quase utópico, uma
realidade de vida. A discriminação de direitos, por qualquer motivo, atenta contra a
dignidade humana, estabelece a desigualdade entre as pessoas, maltrata o cidadão,
inibe o crescimento individual e desagrega a sociedade. E a igualdade de oportunidades
tende a equilibrar o descompasso existente entre a igualdade perante a Lei e a
desigualdade entre os indivíduos.

QUE A TODO O DIREITO CORRESPONDE UM DEVER, DE MESMA FORÇA E
MESMA INTENSIDADE.
E que o não cumprimento do dever, embora não iniba a existência do direito, tira a
autoridade moral de sua exigência.
Está na obediência à ordem jurídica o encaminhamento das relações do indivíduo com a
Sociedade, a fim de que esta se construa justa, livre e próspera.

QUE É PELO TRABALHO QUE O HOMEM PARTICIPA DA CONSTRUÇÃO E DO
DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE.
E que, nesse sentido, deve ser reconhecido como um dever.
Mas o homem trabalha também para o ganho de seu sustento e o de sua família, do
mesmo modo que para sua realização como pessoa. Com essa visão, o trabalho deve
ser entendido como um de seus direito essenciais.
O desemprego é, assim, um dos maiores atentados contra a dignidade do cidadão, um
flagelo social, uma agressão à integridade da família e da sociedade.
Sem trabalho, o homem é pressionado pela necessidade e, então, se deprime. Sua
vontade enfraquece e, assim, abrem-se para ele, rapidamente, as portas que conduzem
aos desvalores, que levam ao vício e ao crime.
Cabe ao Estado criar as condições sócio-econômicas necessárias à geração de
empregos.

QUE A EMPRESA, COMO O CIDADÃO, DEVE SER LIVRE.
E que essa liberdade diz respeito não apenas à escolha dos segmentos econômicos
nos quais se julgue capacitada para atuar, mas também e especialmente à essência da
gestão.
Os impostos devem ser limitados ao mínimo necessário para obtenção dos recursos
para o cumprimento das finalidades do Estado.
A excessiva carga tributária induz à sonegação, para evitar a extinção.
O excesso de legislação confunde e entrava a gestão da Empresa, ocupada em
satisfazer as exigências da Lei mais do que em desenvolvimento organizacional.
O lucro é o resultado fundamental da trabalho da empresa. Sua finalidade, mais do que
remunerar o capital, é propiciar as condições de crescimento econômico e
desenvolvimento tecnológico, aberturas necessárias e insubstituíveis para o
desenvolvimento paralelo dos funcionários.

QUE O ESTADO EXISTE PARA O HOMEM E NÃO O HOMEM PARA O ESTADO.
E que a função do Estado é viabilizar a realização do Bem Comum. Mas não deve
buscar a produção direta da riqueza nacional, quando esta possa ser realizada pela
iniciativa privada.
Cabe-lhe, então, realizar apenas aquilo que é absolutamente necessário à consecução
do Bem Comum, mesmo assim complementar ou substitutivamente à iniciativa privada,
no que esta se reconhecer sem condições ou demonstrar incapacitação para tanto.
O Estado se justifica pelo trabalho que realiza e não pelas pessoas que emprega.
Quando o Estado gasta com pessoal tanto quanto arrecada de imposto, torna-se inútil
ou injustificável : é o Estado pelo Estado, quando deveria ser o Estado pelo Bem
Comum.

QUE A VIDA ESTÁ TÃO PRESENTE NA NATUREZA COMO NO HOMEM.
E que a manutenção e preservação dessa vida é necessidade de primeira grandeza
para a vida do próprio homem, enquanto integrante do ecossistema, do qual depende e
pelo qual é responsável.
É dever inalienável da atual geração deixar às gerações futuras um mundo em que as
relações homem/natureza sejam marcadas pelo bom-senso, pelo equilíbrio e pela
moderação de uso dos recursos naturais.
As agressões à natureza, em qualquer de seus componentes, têm efeito cascata, desde
uma visão sistêmica, e não só comprometem a qualidade de vida humana, como
também a reduzem e destroem.
O cuidado com a natureza não pode, entretanto, ultrapassar os limites do racional, a
ponto de perder de vista que ela existe para servir o homem ou a ponto de entravar o
desenvolvimento.

QUE A EDUCAÇÃO É ESSENCIAL PARA O PROGRESSO E O
DESENVOLVIMENTO.
E que não deve nem pode ser entendida como mera instrução, que muitas vezes não
passa de adestramento, mas sim como ajustamento total da pessoa integral à realidade
exterior. Com esta visão, o homem se torna capaz de transformar essa realidade,
aperfeiçoando-a para o bem e tornando-a instrumento do bem-viver e da felicidade
humana.
A educação inicia no ambiente familiar, complementa-se na Escola e realiza-se no meio
social.
Cabe ao Estado propiciar a todos os cidadãos, indistintamente, iguais oportunidades de
educação ampla, que lhes dê condições de darem uma resposta, traduzida em trabalho,
orientada para o aperfeiçoamento e o progresso do sistema social.

QUE A FAMÍLIA É A BASE EM QUE SE CONSTRÓI A SOCIEDADE.
É no convívio familiar que se aprende a conhecer e cultivar os valores que determinarão
a qualidade e o fruto da convivência entre pessoas, tais como o amor, a tolerância, a
compreensão, a honestidade, o trabalho, a ordem, a responsabilidade, o respeito e a
solidariedade.
Praticados na família, esses valores serão projetados sobre toda a Sociedade e serão
forte instrumento de estabilidade social.
Proteger a instituição familiar, promovendo-a e fortalecendo-a, é proteger a existência
da própria Sociedade, de forma equilibrada e estável.

QUE O BEM COMUM NÃO PODE SER CONFUNDIDO COM O BEM DE GRUPOS OU
DE MAIORIAS
O Bem Comum e não é apenas a soma dos bens individuais, mas o conjunto desses
bens, deduzido das renúncias individuais.
O Bem Comum se realiza quando todos exercem plenamente os seus direitos e
cumprem rigorosamente com seus deveres.

QUE O PENSAMENTO LIBERAL NÃO É ABSOLUTO NEM PRETENDE SER O
ÚNICO OU O MAIS PRÓXIMO DA VERDADE.
Mas é, das opções atuais, o que mais e melhor orienta na realização de um país
econômica, social e politicamente bem construído.

QUE O GOVERNO NÃO É MAIOR DO QUE O POVO QUE REPRESENTA.
Desse modo, o poder não pode ser exercido senão para realizar as aspirações e
necessidades do povo, à altura de seu patamar de desenvolvimento, mas com os olhos
postos no futuro, buscando o crescimento individual e coletivo, como cidadãos e como
pessoas humanas.

QUE A LEI NÃO É A JUSTIÇA, QUE A PRECEDE E DETERMINA.
E que só pode e deve ser elaborada para realizá-la. Desse modo, o papel do
legislador é atualizar e projetar os caminhos para a construção do equilíbrio
social, em que os direitos e os deveres se encontrem de tal modo que a justiça
seja indiscutível.

QUE, SEM DEUS, A PÁTRIA NÃO FAZ SENTIDO .
A Pátria não é apenas o solo de origem apenas estabelece o conjunto de objetivos que
aproxima as pessoas. Mas é Deus que faz dos homens irmãos entre si, iguais em
natureza e dignidade, destinados à felicidade.

QUE A DEMOCRACIA SUPÕE A PARTICIPAÇÃO DE CADA CIDADÃO.
E que essa participação se faz diretamente ou através de representantes legitimamente
eleitos. A representação só é legítima se obtida em eleição, nos termos prescritos pela
Constituição Federal. Fora disso, a representação é apenas pretensa e contraria
elementares princípios democráticos, pois superpõe a decisão dos afoitos, dos
aventureiros e dos vocacionados ao mando totalitário, à vontade dos que, acreditando
no regime democrático e impedidos da presença física, querem escolher livremente os
representantes dessa vontade.

Nedel: o vereador da Capital e dos logradouros brigadianos

Mais de 25 denominações de praças, ruas e avenidas com nomes de pessoas da família brigadiana

João Carlos Cavalheiro Nedel é vereador em quinto mandato. Da primeira vez, elegeu-se com 5.107 votos, em 1996. Depois, foram 6.039 votos em 2000, 6.787 em 2004, 6.659 em 2008 e 7.582 em 2012. É um dos dois vereadores atuais com maior número de mandatos contínuos.
Nasceu em Cerro Largo, então distrito de São Luiz Gonzaga, a 07/02/42. É casado há 51 anos, tem dois filhos e cinco netos.
É formado em Ciências Contábeis e Atuariais. Na atividade privada, desenvolveu atividades, na área de contabilidade, de gerência financeira e bancária. No Setor Público, foi Diretor de Desenvolvimento da Secretaria de Assuntos Internacionais do Governo Estadual.
Em 1991, Nedel decidiu buscar a atividade pública, colocando a sua bem sucedida experiência profissional, amparada em suas convicções cristãs, a serviço da comunidade, pela via política.
O resumo completo de sua história de vida para o perfil dos construtores da Segurança Pública gaúcha, do jornal abc/Correio Brigadiano está no link:

http://www.abcdaseguranca.org.br/nedelovereadordacapitaledoslogradourosbrigadianos/

E a cópia digital da publicação impressa em: https://issuu.com/correiobrigadiano/docs/jcb_243