Mais aumentos de impostos

Paulo Franquilin

30 de Março de 2017 – franquilin.pc@gmail.com
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    A reforma da Previdência Social, segundo o governo, seria a única salvação para o rombo bilionário nas contas públicas, deixando parecer que somente as despesas com aposentadorias sejam responsáveis pelo déficit.

    A análise do custo da máquina pública federal
demonstra que houve um aumento no número de servidores com salários acima do teto, despesas bilionárias com empréstimos do dinheiro público às empresas nacionais e estrangeiras, mas estas causas parecem que não são levadas em conta para o desequilíbrio financeiro.

As notícias de gastos extraordinários no Legislativo e no Judiciário Federal, com aumento de despesas com verbas e manutenção de privilégios, com pagamentos retroativos de indenizações, parecem não afetar o orçamento brasileiro.

Recai sobre a maioria do povo a culpa pelos gastos excessivos do governo que, sem controle, gasta o dinheiro público em áreas não essenciais, usando uma distribuição tributária prejudicial a estados e municípios, criando enormes problemas para as populações.

Após longos discursos e tentativas de acordo para aprovar uma reforma previdenciária que alonga o tempo de serviço, aumenta a idade mínima e iguala homens e mulheres, o governo recuou e aguarda novas negociações, para retirar direitos de aposentados e pensionistas.

O rombo nas contas públicas aumentou, conforme informações do governo e, caso a reforma da previdência não ocorra, anuncia-se a possibilidade de aumento dos impostos federais, principalmente aqueles que não dependam de aprovação pelo Congresso Nacional.

Traduzindo: o Governo não reduz despesas, mas aumenta a contribuição dos brasileiros para manter privilégios e mordomias, enquanto tenta retirar direitos dos mais necessitados.

Imagem retirada de: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/reforma-da-previdencia-veja-quem-tem-direito-adquirido-2lbvn5lubhsvui2jhs0bjivba

30 de Março de 2017 – franquilin.pc@gmail.com
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Alimentação Apodrecida

Paulo Franquilin

23 de Março de 2017 – franquilin.pc@gmail.com
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    Nossa alimentação deveria ser saudável para permitir nossa sobrevivência, sendo comum sermos orientados que a base deve ser carne, leite, frutas e verduras, além de consumir, no mínimo, 2 litros de água diariamente.

    Infelizmente a base de nossa alimentação está apresentando, em nosso país, uma série de irregularidades, o que causa indignação saber que frigoríficos estão distribuindo carne estragada, com prazo de validade vencida, com adição de conservantes e outras substâncias prejudiciais à saúde.

   Já há algum tempo somos informados que o leite que consumimos vem com soda cáustica e outros aditivos químicos para mascarar que está estragado, sem condições de ser consumido, mas que chega à nossa mesa em forma de queijo, iogurte e outros produtos.

    As frutas, verduras e legumes passam por processo de envenenamento com agrotóxicos para crescer e não serem consumidos pelas pragas, aparentando cores maravilhosas, tamanhos extraordinários, que atraem para que venhamos a consumir.

    A água tratada não é uma maravilha, vindo com cheiro, cor e gosto duvidosos, com acréscimo de tantos produtos para retirar as impurezas, bactérias e fungos, alterando a forma como chega às nossas torneiras.

    A alimentação atual é feita à base de produtos químicos que são usados em larga escala pelas indústrias, fazendo surgir carnes vermelhas ao extremo, embutidos com sabores extraordinários, leite e derivados com textura excelente, frutas enormes e coloridas, legumes e verduras extremamente verdes e sem nenhum defeito, além de água cristalina surgida da lama com resíduos industriais e do esgoto de nossas cidades.

    Somos uma sociedade com grande possibilidade de adoecer, pela ingestão de tanta química e hormônios, mas nos sentimos pior quando descobrimos que, além da química, há o desleixo com a higiene, o uso do veneno e o acréscimo de substâncias para mascarar a podridão de nossos alimentos.

Imagem retirada de: http://biologianet.uol.com.br/saude-bem-estar/piramide-alimentar.htm

15 de Março de 2017 – franquilin.pc@gmail.com
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Cobertor Curto na Segurança

15 de Março de 2017 – franquilin.pc@gmail.com
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    Todos os movimentos das autoridades estaduais para mudar um cenário de caos nesta área sensível e que apresenta números absurdos da violência nos municípios da Região Metropolitana, devido a uma série de equívocos na política de segurança pública adotada nos últimos dois anos.

   A solicitação da presença da Força Nacional ameniza a falta de efetivo, mas não resolve, pois os seus integrantes desconhecem a realidade de nossas cidades, sem envolvimento com as comunidades, cumprindo inúmeras missões de presença e de patrulhamento sem dar conta das necessidades da população.

  Remendos em prédios para que se tornem espaços para receber presos, enquanto aguardam vagas no sistema prisional, diminuem o número de pessoas nas cadeias das delegacias ou em viaturas policiais, tudo paliativo, sem solução em curto prazo.

    Um número cada vez menor de policiais nas ruas, falta de viaturas no patrulhamento, tudo decorrente da diminuição da inclusão de servidores e da falta de investimento em material e compra de veículos, gera a triste realidade do menor efetivo para trabalhar no policiamento.

   Os assaltos às agências bancárias das pequenas cidades do interior viraram rotina, pois inexistem policiais para prevenir este tipo de ação criminosa, colocando em risco essas comunidades, com destruição de patrimônio público e privado.

   Agora a retirada de 400 policiais de várias cidades do interior para reforçar a Região Metropolitana não resolverá tantos problemas numa área do Estado, vai gerar mais insegurança para os municípios que perderam o pouco que tinham.

    A solução da realidade caótica passa por enormes investimentos: na construção de casas prisionais para manter presos os criminosos e com plano de inclusão de policiais anualmente para suprir a falta de efetivo, sendo necessárias mudanças na política de valorização da função policial e na legislação penal, para que haja certeza da punição quando do cometimento de crimes.


Senão continuaremos a ver o crescimento da violência onde não houver policiais, com movimentação de efetivos para tentar diminuir os números das ações criminosas, numa política de cobertor curto, que não resolve a situação da criminalidade no Rio Grande do Sul.

15 de Março de 2017 – franquilin.pc@gmail.com
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O Rei do Rock

15 de Março de 2017 – franquilin.pc@gmail.com
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    Há 82 anos nascia Elvis Aaron Presley, em Tupelo, EUA.

 De origem humilde, Elvis trabalhou desde cedo. Foi lanterninha de cinema e motorista de caminhão. Em uma dessas viagens ele decidiu estacionar em frente ao Memphis Recording Service e gravar uma canção para Gladys, sua mãe. Este local era uma filial da Sun Records e prestava o serviço de gravação para que pagasse.

  Sam Phillips, dono da Sun Records, nota o potencial do intérprete e o chama de volta na gravadora. Monta uma banda e começa as gravações.

    Nascia ali o Rock and Roll.

    Em 42 anos de vida, Elvis gravou 60 discos entre singles e álbuns e 31 filmes.

    John Lennon definiu a importância do Rei do Rock: Antes de Elvis não havia nada.

15 de Março de 2017 – franquilin.pc@gmail.com
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Ainda há esperança

Uma visão artística na Segurança do comunicador

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Paulo Franquilin TC, jornalista, escritor e pedagogo

06 março 2017 – Todos os texto deste colunista
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   No Carnaval passei por uma experiência interessante, envolvendo minha família e um velho cachorro, o qual chegou até nossa casa pelas mãos de um casal de amigos, pois estou procurando um cão para meu filho conviver durante sua infância.

   O casal estava no cinema num shopping e ao saírem avistaram o cachorro que havia sido atropelado por uma caminhonete e que não socorreu o animal, sem pestanejar colocaram o cão no carro e foram até uma veterinária, que constatou estar tudo bem.

   Nesta parte entra nossa família, recebi a ligação de que haviam encontrado um cachorro dócil e que estava perdido, perguntando se não queríamos para fazer um teste com nosso filho, já que era um cachorro adulto que precisava de acolhimento.

   Recebemos o nosso amigo de quatro patas em nossa casa, muito assustado, mas calmo e obediente, passamos a cuidar dele, até demos um nome, conseguimos um espaço para acomodá-lo e meu filho planejou comprar muitos utensílios para seu novo companheiro.

   Conversamos, os adultos, e decidimos que nosso parceiro não estava em condições de acompanhar a energia de nosso filho, estava muito debilitado pela idade, com alguns problemas de saúde, que não sabíamos quais eram, pois não se alimentava e nem ouvia direito.

    Diante da situação decidimos colocar um pedido nas redes sociais para alguém interessado em auxiliar a conseguir um local mais adequado ás necessidades de tratamento que nosso cão vovô necessitava.

   No mesmo dia recebi dezenas de mensagens de pessoas querendo auxiliar, inclusive a informação de que a família dona do Milk estava procurando seu companheiro desesperadamente, sendo que conversamos com eles e acertamos de virem buscar seu cão, o lado alegre, enquanto o lado triste era explicar para nosso filho que Milk tinha donos e estavam tristes por perdê-lo.

   Ele entendeu e pediu para que conseguíssemos um cachorro que ninguém viesse buscar, assim estamos com um novo companheiro a caminho, que devemos buscar no final de semana e que ainda não tem nome, mas que será muito amado por nós, envelhecendo, como o Milk, junto da família.

06 março 2017 – Todos os texto deste colunista
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