”JUSTIÇA SEJA FEITA”

 

”JURAMOS DEFENDER A SOCIEDADE GAÚCHA COM O SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA”

”JUDICIÁRIO GAÚCHO”, nossos Policiais não são marginais para serem tratados como vagabundos, um Servidor Público com residência fixa, pai de família e defensor da sociedade preso, enquanto marginais andam soltos pela cidade, a cometer mais ilícitos aterrorizando a sociedade.

Desembargador concede habeas corpus para o Sargento ALEXANDRE CURTO DOS SANTOS.

Sgt Alexandre retorna para a sua região, município de Bagé, em carreata pela cidade como herói que está combatendo a injustiça, respaldado não pelo corporativismo, mas por sua conduta proba, admirado por todos por ser um policial exemplar há 29 anos de bons serviços prestados a sociedade gaúcha.

INVERSÃO DE VALORES, EXIGIMOS MAIS RESPEITO

Ten Diógenes Berthes

QAP SGT BRUM!

                         

Quem somos, de onde viemos e para onde vamos?

Não temos a noção de quando a nossa hora irá chegar, a vida é uma incógnita…

Na tarde desta quinta-feira 03/08/2017, lamentamos ter que nos despedir de mais um colega, Sgt Jair Fernando Brum dos Santos, deixara muitas saudades.

 Apesar de lamentarmos a morte trágica que o vitimou, por uma ação covarde abonada pela falta de uma legislação eficiente, nos resta sentir muito orgulho deste guerreiro que tombou, mas caiu de pé enfrentando a criminalidade em defesa da sociedade, honrando a missão Policial Militar de mais de 30 anos de profissão.

 Vá com deus guerreiro defensor da sociedade, sua coragem e heroísmo estará sempre presente em nossas orações.

 “FORÇA E HONRA”   

MARCHA NACIONAL PELA VIDA DOS POLICIAIS MILITARES

O brasil passa por uma crise histórica na segurança pública, por seu desgoverno, falta de investimento e de uma reforma na legislação penal.

Diante deste aumento da criminalidade, quem acaba pagando a conta com sua própria vida, são nossos policiais que viram estatísticas com uma morte a cada dois dias no país.

             CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS!!

Pois todos os dias nossos anjos fardados saem de suas casas, despedem-se de suas famílias, com o único objetivo de proteger a sociedade e cumprir sua missão.

_As viaturas policiais no Brasil não possuem blindagem no vidro da frente e nas suas portas, o que coloca os policiais em maior vulnerabilidade.

_Problemas de falta de efetivo faz com que muitas vezes ocorrências sejam atendidas com o número menor do que o necessário de policiais.

_Isso sem falar em coletes balísticos vencidos e armas que falham quando o policial precisa dela.

_A presidência da República sancionou a Lei Nº 13142/2015, que agrava as penas para crimes de homicídio e lesão corporal praticados contra policiais; Além de transformar em crime hediondo. Pois, de que adiantou sancionar uma lei, que qualifica (aumenta a pena cominada em abstrato para de 12 a 30 anos de reclusão), e torna hediondo crime de homicídio, bem como majora as penas do crime de lesão corporal, praticados contra militares e integrantes das polícias, além de tratar as regras de progressão mais rígidas, por exemplo: para passar para o regime semiaberto, o condenado por crime hediondo precisará cumprir dois quintos da pena, se for réu primário, e três quintos, se reincidente. A regra geral para crimes não qualificados como hediondos é o cumprimento de um sexto da pena.

  Passaram-se dois anos, e mesmo com a aprovação desta lei a violência contra policiais evoluiu de forma muito rápida.

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR???

PORQUÊ o objetivo desta lei não teve efeito na pratica?

PORQUÊ esta lei não teve a publicidade devida e não se tem conhecimento de que ela está sendo aplicada?

PORQUÊ o Governo e a imprensa dão mais publicidade ás matérias de Direitos Humanos ou matérias assemelhadas do que para uma lei que pode amenizar a violência contra policiais e também ajudar a reduzir a criminalidade no país?

Só no ano de 2016, 477 Policiais Militares foram mortos no Brasil, já apenas nos primeiros seis meses em 2017, esse absurdo  já se aproxima dos números do ano passado e se nada for feito pode se chegar ao dobro do ano passado. Até quando?  

 

    “BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA NOSSOS POLICIAIS”

 

Quatro vezes candidato, agora, se dedica em auxiliar outros PMs nessa caminhada

Uma proposta de discutir sobre política partidária e policiais militares ocorreu em duas edições anteriores. A primeira com base na proposição do Ten Diógenes Berthes da Silva, cujo nome foi preservado; E a segunda uma crítica da publicação, feita pelo Ten Cel e jornalista Paulo César Franquilin Pereira, que não sabia da origem da discussão. Agora a finalização com uma entrevista do Ten sobre sua experiência nessa atividade.

 

********

 A expressão mais importan­te do Ten Diógenes. sobre o tema: “…colocou-se a disposição como candidato a Deputado estadual por duas (2) vezes e (2) a Vereador, onde não logrou êxi­to.”. O grifo é nosso.

Ter sido candidato por quatro vezes, o coloca em uma situação de experiência, neste tipo de atividade, bem maior que a maioria de seus colegas. Por isso, ele se propôs a responder de forma objetiva, ques­tões práticas sobre sua vida política, que hoje diz, não ser candidato nes­ta próxima eleição, mas com um tipo de atividade forte em curso.

Eis as questões:

Cite em ordem crono­lógica os anos de eleições que participou, o cargo e o partido;

Resp. – Candidato a Dep. Es­tadual pelo PSDB-2006, Vereador em Santa Maria 2008, Dep. Esta­dual PT 2010, Vereador em Porto Alegre PT 2012. Concorri sempre com o objetivo de trabalhar na de­fesa de nossa classe, onde pelo motivo de ser militar somos proi­bidos a ser filiados a Partido Políti­co, então sustento neste caso que o ato de concorrer a uma eleição por um partido não quer dizer que, concorde fielmente com a convic­ção ideológica daquele partido, minha bandeira é a da categoria.

– Como foi sua experiên­cia no PT, PDT e PSDB;

Resp.- A experiência que herdei destas eleições foram tão somente, a pratica política da busca pelo voto, pois não tive ne­nhuma experiência direta com os partidos que usei para concorrer, porque nunca participei de con­chavos políticos partidários e mui­to menos aceitei cargos de con­fiança, sempre tive a defesa dos interesses de nossa classe como prioridade, porque um mandato por uma sigla partidária será tem­porário, até porque, se alguma si­gla viesse a me restringir os meus princípios básicos de defesa da classe, o que não me faltaria seria Partido Político. Convite não falta. –

– E, porque não quer se candidatar, se está trabalhando por um partido. Qual é ele e porque não candidatar-se?

Resp.- Fiquei cansado de correr atrás de partidos onde não temos voz ativa, somos só valori­zados na hora da eleição, depois nos virão as costas, por isso aceitei a missão de presidir e de construir o Partido da Defesa Social (PDS) aqui no RS, a convite do Presiden­te Nacional, Cabo da Polícia Militar de Minas Gerais Washington Xavier, um Partido Político que realmente trás em sua essência a defesa de nossos ideais classistas, da Se­gurança Pública, da Sociedade e pelos homens de bem. Também por isso hoje me coloco na posi­ção contrária a dos Partidos Po­líticos, que há muito tempo vem trabalhando no desmonte e suca­teamento da Segurança Pública, onde não há mais treinamentos e Cursos qualificados, não há mais investimento de ponta em equi­pamentos e tecnologias, não há mais fomento nos serviços ofe­recidos á sociedade. Nitidamente vemos que estão engessando o órgão policial e deixando a po­pulação a mercê da bandidagem, apostando no quanto pior, melhor.

4ª – Considerando que se candidatou duas vezes, por um mesmo partido, o que este teve de diferente dos demais;

Resp – Nada demais, foi somente por oportunidade. N a última eleição mesmo saben­do das dificuldades por não ser Porto-alegrense, ainda restava um fio de esperança em conquis­tar uma candidatura classista.

Mas também logo o que percebi de diferente eram as men­tiras, na qual pregavam uma vi­são de inclusão social justa, um sistema de combate a corrupção, uma distribuição de renda ade­quada, um partido político que trouxe a promessa de acertar o rumo do País. Tudo mentira! Por­quanto, não foi o que aconteceu, era só discurso fácil como os dos demais partidos, eu não estava er­rado este também não me servia.

– Quais as duas experi­ências mais negativas e por quê?

Resp – A falta de consciên­cia política e desunião de nosso efetivo e a falta de compromisso político dos Partidos e dos políti­cos despertou em mim uma opor­tunidade de ajustar essa questão desorganizada e desorientada, que mentem para a sociedade e ludibriam a fé daqueles que depo­sitam nas urnas suas esperanças.

Ferramenta em auxílio, ao sonho da vida em Parlamento, dos colegas

Blog no abc/Correio Brigadiano do Ten Diógenes Berthes da Silva

O jornal abc/Correio Brigadiano edição nº232, de abril/maio de 2015, publicou na sua página 07, dessa edição, a história de vida do Ten Diógenes Berthes da Silva. Este jornal pode ser recuperado no link:

http://www.abcdaseguranca.org.br/sargento-diogenes-berthes-da-silva/

onde se encontra, parte do relato da vida do Sd músico da Aeronáutica de Santa Maria; que concursa à Banda da EsFas/SM; se forma Enfermeiro policial militar e, desde de sempre, líder classista.

A história foi complementada no site do abc da Segurança Pública e pode ser resgatada, no endereço abaixo:

https://issuu.com/correiobrigadiano/docs/adobe_232__72

A preocupação da representação legislativa dos policiais, acompanhou Diógenes, por toda sua carreira. Desde  Sd, Cb, Sgt e hoje Ten da reserva.  Tanto que Diógenes, em uma edição posterior, à que publicou a sua história de vida, solicitou espaço para o assunto de PMs na política. Está sob o título “Policiais Militares na política partidária” publicado no jornal edição nº 237, página 3, onde em que lhe foi preservada a identidade, conforme link abaixo.

https://issuu.com/correiobrigadiano/docs/jcb_237_e_sicredi

Essa manifestação feita com discrição pelo Ten Diógenes, acautelada pelo redação do jornal, provocou uma resposta do Ten Cel Franquilin, ampliando a discussão, que constou do jornal seguinte. Assim, o Ten Diógenes que tinha uma experiência prática, nas incongruências, da vida partidária, para os militares, definiu perfeitamente, qual seria sua ação cívica, em prol dos companheiros de farda, como ele bem informa, “em ser um farol que ombreia, junto, sem qualquer outro interesse”.

A partir desta postagem, o Ten Diógenes blogará suas informações, nesse campo de atuação, com vistas a auxiliar aos integrantes das instituições da segurança, em suas intenções à vida parlamentar que, independente de legenda partidária, queiram contribuir à categoria, à segurança pública e à sociedade.