Escolares, prisioneiros e decepcionados

Cel Nelson Pafiadache da Rocha – Ex-comandante geral da Brigada Militar

z-cp-21-mar-16

Olhar atento sobre a segurança

28  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

Vândalos escolares

Os jovens que demoliram com a Escola nesta Capital, dias atrás, seguem livres, leves e soltos, até porque também são frutos da impunidade que corre solta. A Justiça poderia administrar, ao menos, algum encargo restaurador do mal feito. Aliás, um mal feito caracterizado como ato criminoso, vil e maldoso, que indica a má índole dos vândalos, mas o caráter pedagógico que os acolheu, deve ter sido mais eficaz do que tê-los trancaficados na FASE ou quem sabe impor-lhe o dever de limpar, restaurar estrago. Em reportagem vimos a decepção e tristeza da Diretora diante do escalabro, assim como do Representante dos Pais e Mestres, o qual lamentava a falta de ajuda dos Pais. Ao meu ver, a começar pelos pais dos vândalos. Fica meu dito de que,  quando o lar não educa, a rua esbofeteia. A não ser que se depare com a pedagogia bem mais profícua segundo visão do magistrado!

Regimes Prisionais e sua razão de ser

Lida a ZH de hoje, onde se constata muita reclamação e revolta com os regimes prisionais, fruto de arranjos, permutações e até cálculos dos legisladores para quando também flagrados, como muitos foram, na prática de crimes, notadamente envolvimentos com a corrupão, precaveram-se e votaram tanta permissividade. Assim, hoje, é impensável prosperar mudanças, pois o mais adequado seria o Regime único FECHADO para ser cumprido assim do início ao fim. O Crime não pode compensar, menos ainda favorecer quem não merece.

 

 

Decepção do enlutado

A reação do filho de um homem que foi assassinado, foi normal e esperada, ao se defrontar livre a passear pela rua que utilizou naquele momento coicidente, com o Advogado que matou seu pai e que fora preso em flagrante. A decepção foi tamanha que cogitou de abandonar a profissão par do autor do delito. Inaceitável a um comum mortal como nós não entender as razões do Juiz que livrou solto o dito. Inaceitável também é saber que o Estado brasileiro fomente tamanho despropósito, seja no tratamento dado para integrantes de alguns segmentos das sociedade, tidos como diferenciados, como trate de edificar locais junto as casas prisionais para acolhê-los. Essa de Sala de Estado Maior dos Quartéis é uma bobagem tão grande, vez que nela apenas atuam Oficiais a cumprirem estudos e planejamentos da atividade militar ou policial militar, sem condições mínimas de acolher uma pessoa como se um alojamento fosse. Assim caminha junto a imunidade, a impunidade e o privilégio a agraciar os bem paridos.

 

28  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

pafiadache3

A  polícia no divã – As veias abertas da polícia latina ou A polícia é responsabidade de todos

Cel Nelson Pafiadache da Rocha – Ex-comandante geral da Brigada Militar

z-cp-21-mar-16

Olhar atento sobre a segurança

28  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

 

 

            Em dias quase seguidos de uma semana deste mês julho , dois magistrados publicaram em jornal do Estado, textos que foram muito bem recepcionado no meio policial e com indicativo de também ter tido mesma acolhida no âmbito das comunidades. Parece até então que o ofício de polícia andava meio desprestigiado, por várias razões que uma análise despida de vagar poderia ensejar alguma conclusão, vez que tais escritos trouxeram ânimo para nossa gente.

            Ora, se a segurança pública, figurando como um dever de prestação obrigatória pelo Estado, se apresenta escassa, sem perspectiva de recompletamento satisfatório de efetivo, a curto espaço de tempo, com anúncio de mais baixas  em face de aposentadorias e com divulgação diária de aumento de crimes violentos, o cidadão passa a viver em sobressaltos, como reação natural.

            Junto a isso e também como decorrência disso, seguem falas de toda ordem, desde aquelas que buscam apresentar justificativas para ações do governo, como as decorrentes de oposição a esse, afinal, o período eleitoral desponta e  mesmo se constituindo em temeridade, exploração desta ordem, parece que o embate e o jogo político não primam pelo devido zelo e respeito ao apreensivo momento que vive o seu eleitor.

            As candidaturas que já despontam como anunciadas, já externam prioridade ao tema em apreço e memso sem contar com bola de cristal, cartas, búzios ou o que for, podemos prever o desfile de uma infinidade de soluções para o enfrentamento em vantagem sobre o delito. Passaremos a ouvir fórmulas mágicas, até da boca de quem até poucos dias foi partícipe direto na atividade, pois via de regra, assim acontece.

            Fora isso, que se antevê, importa também que aos poucos as pessoas vão se interando mais de questões ligadas a sua proteção e buscando entender,  que não podem ficar paradas esperando por soluções mágicas. Também já sabem, que a formação de um policial não acontece a pleno, na parte formal, em menos de um ano. Tratam de conhecer mecanismos e cuidados com a proteção individual, mudando até hábitos e suas rotinas.

            Assim importa assentir,  que mesmo que gostaríamos de vermos a realidade da segurança pública ser retomada de pronto, algo impossível materialmente, mas mesmo assim, espera-se que os administradores policiais aproveitem esse momento, que se apresenta em desvantagem, até para a imagem das forças policiais e reflitam ainda mais sobre oportunidade de revisão conceitual, estrutural e funcional que este tempo está a indicar para logo ser cobrado.

            Parece que o momento também é profícuo nesta seara, pois o cidadão está se dando conta que a polícia não significa uma apropriação dos policiais e nem pertence aos governos, mas sim é Instituição com regramento constitucional, inserta na expressão Segurança Pública, que se constitui em dever do Estado, mas também responsabilidade de todos. O que nos permite levar para o lado prático, para dizer que a polícia, em verdade é do cidadão e dele requisita ser cuidada, prestigiada e depurada. Portanto que cobre muito, sugira bastante, mas estimule, sem trégua,  os seus agentes diante de belos feitos, pois a Polícia nada mais é do que o retrato da sociedade que acolhe esta prestação pública.

28  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

pafiadache3

Chega de Mentiras – Cel Nelson Pafiadache

Cel Nelson Pafiadache da Rocha – Ex-comandante geral da Brigada Militar

z-cp-21-mar-16

Olhar atento sobre a segurança

05  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

Chega de Mentiras

Quem sabe não comecemos a falar a verdade e refutar a mentira como tem sido a tônica nestes tempos de Lava à Jato e de tantos mais descortinamentos do mundo do crime, perpetrado por pessoas até então insuspeitas de atuarem nesse escpectro, tão vil e corruptor de homens e que faz o valor e a ética desvanecerem.
Vamos falar a verdade e evitar tanta iniquidade, pois alguns atuam dessa forma sem precisar. Até parece pura maldade. Claro tem ação, mas também parece correr pouca reação, além do que parecem postergar medidas de contensão. Claro, com comprometimento, desfalece até a apuração, que se dirá de uma sentença final com prisão. Tudo isso também se afigura maldade!
Sabe-se que flui interesses, de bandidos ladrões, mas também muito proveito de Corporações, o que culmina em jogo de interesses e de empurra. Fica assim o cidadão convivendo com a beligerância, a disputa e a defender o seu lado, a sua visão, mas de fato, sem a certeza de quem é honesto e ou de quem usufrui da corrução. Sempre acham que do outro lado a militância só prega a maldade e que se regozija da iniquidade. Firma-se somente dois lados: o nosso e o deles, sem que se chegue ao consenso que dissipe a maldade.
Então, quem são os bons e quem são os maus? Avalio que é mau quem concede passagem a tudo, pois com esses não me iludo. A vilania reside na ação e na omissão. Por isso seus atos jamais produzem reconciliação, pois quando falta consciência que possa estancar a indecência, se vê inquestionável maldade, que refuta tese de sejamos um povo ser honesto e que atua com bondade. Nada isso é verdade, pois precisamos de gente com mais lealdade, no propósito e na ação, do contrário estamos tirando do fraco até o pão. Isso não é maldade?
Dos reconhecidamente maus ora se agitam para a próxima eleição. A maioria busca re-eleição, pois sabem possível ser esquecida tanta tibieza, que assistimos com tristeza. A tudo cederam para não ficar mal com ninguém, dando cursso à esperteza dos seus pares que fomentaram ideologias e coptaram incautos estudantes e protegeram meliantes. Nada de oposição consistente que viesse a lume e quem enfrentar ousou, apenas se ofuscou.
Pelo dito e pelo sentido, acho que não renovo com gente que lá teve, pois seguindo, serão por igual, acomodados e até satélite de algum Deputado Federal, como sabido e notório, a fortalecer essa via de duas mãos, onde corre solto o toma lá dá cá e o povo que vá se daná (r)!
Propugno opção pelos novos e assim digo:
“Não é campanha Seu Juiz, pois evitar o mal sempre quis. Vivemos com um povo infeliz, volta e meia submetido a algum mau aprendiz. Seja forte no que a lei diz e ajude a varrer quem não condiz. Faça por aqui, pois os Tribunais estão por um triz, pois corre supeita de lá ser matriz, o que confirma suspeita que de tempos já fiz, de que a toga perdeu a matiz, o que com a Justiça não condiz. Habbeas apressado é trato com meretriz, só deixa grata a família da Senadora que atua feito atriz!

05  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

.pafiadache3

Calma que a polícia vem aí!

Olhar atento sobre a segurança

ZCel Pafiadache

Cel Nelson Pafiadache da Rocha
Ex-comandante geral da Brigada Militar

21  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

Veja todas as colunas do Cel Pafiadache

                 Lendo texto do Marcos Rolim, em ZH do fim de semana, constatei mais uma vez sua visão diferenciada sobre a segurança pública, pois suas análises decorrem de seus conhecidos atributos, cuja cultura e inteligência se evidenciam. Dito isso, que também não se deixe de se cobrar algumas coisas mais, como por exemplo a visão e percepção meramente teórica e um indisfarçável tom de ideologia a desmerecer o que está posto. Algo como torcedor do Inter no meio da torcida tricolor, que se escapa ileso porque todos se voltam para o campo!

            Na sua escrita li sua insurgência sobre os critérios analíticos que faz a pasta da segurança e aponta o equívoco que ocorre, vez que afronta, segundo ele, a percepção de outras paróquias mais adiantadas. No crime, para mostrar o seu aspecto evolutivo ou de recrudescimento, temos fatores a considerar e impende consentir que os aspectos que mais perturbam a sociedade considerada é que devem pautar as análises, para logo a seguir, ditar medidas. O critério que apontou no texto para mensurar violência e a criminalidade não mereceria reparos e deve ser bem vindo, mas nada está a indicar certeza a dispensar a metodologia usada no RS.

            Diante desse quadro, busco trazer a lume estudo que fora encetado há mais de dez anos, quando em face da necessidade de fixação de efetivo nas comunidades, o grupo de trabalho optou por atuar com 14 indicadores de segurança pública, em conta da realidade de cada município do Estado, para então apontar o efetivo satisfatório para fazer frente às demandas. Foi um trabalho sui generis, que viajou País afora, pois teve inspiração em vários trabalhos desenvolvidos desde que a Brigada se firmou na atividade policial, com exclusividade. Então, afora os companheiros que desenvolveram o trabalho, muitas mãos e cabeças privilegiadas o fundamentaram ao longo dos anos.

            Esse estudo teve divulgação para as autoridades do Estado e dava conta da necessidade de contarmos com cerca de 48 mil policiais militares, na atividade de policiamento, desmistificando assim todos os demais números que embasaram a lei de fixação de efetivo em vigor e fórmulas importadas e tidas como inquestionáveis. Novos tempos e novas pessoas se encarregam de engordar arquivos, até com trabalhos úteis e ainda, também a depender da sua autoria, ficam proscritos!

            Viria num segundo momento a fixação do efetivo de bombeiros e demais atividades a cargo da Brigada Militar, mas ainda se ouve poucas e boas, notadamente daqueles que tem aversão a contar com o fruto da pesquisa. No  estudo  em  questão, se via o cuidado de permitir que de tempos em tempos, pela tão somente atualização de alguns dados, viesse o resultado a indicar tomadas de posições pelas autoridades.

            Por segundo, li algumas considerações feitas pelo articulista de ZH sobre o emprego da polícia no processo motorizado, como se fosse algo novo e até quem sabe Massot, tendo disponibilidade do meio rodante e efetivos confortáveis não teria feito, pois cita o autor a necessidade de deixar fora do sistema de atendimento de chamados algumas viaturas, ou despida de comunicação em certo canal de transmissão naquela modalidade, para que as guarniçoes destas atuem com mais aproximação com as comunidades onde lhes compete policiar.

            Diante disso, passada a perplexidade, apenas me questionei de onde vem tanta subestimação ao Oficialato gestor da sua atividade? Que mal fizemos para o cidadão para sermos  tratados como reles ignorantes que possam desconhecer, ao menos da visão dos doutos, questões elementares de emprego da polícia e no desenvolvimento dos seus aspectos técnicos e táticos? Será que estão interagindo com gente fardada que não representa nenhum pouquinho de nós e que nos vende como artigo de bricolândia?

          Pelamordedeus, não subestimem o Oficialato culto, qualificado e vocacionado,  ou venha e se farde e conviva com as razões que nos impedem de fazer mais com o mínimo, assim como a atender demandas governamentais e políticas sem trégua,  com a tamanha disciplina que segura a voz presa na garganta, a não ser que o sentido das críticas busque apenas o desmerecimento Institucional, por razões que nem chegamos mais a mencionar, pois estas já se descortinaram há muito tempo! Mesmo assim pedimos calma, a mesma nossa, que também espera por mais possibilidades materiais e de efetivo para melhor atender nossa gente!

21  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

Veja todas as colunas do Cel Pafiadache

pafiadache3

Dez Mandamentos – 2ª Parte

Olhar atento sobre a segurança

z-cp-21-mar-16

Cel Nelson Pafiadache da Rocha
Ex-comandante geral da Brigada Militar

16  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

Veja todas as colunas do Cel Pafiadache

Em complemento ao texto anterior “Dez mandamentos”, listei algumas proposições, pois mesmo que, remotamente, possam auxiliar, dada a reflexão que poderá gerar, ao menos para algumas pessoas que lêem o que escrevo, acabe por motivar mais pessoas a se engajarem no propósito de buscar mudarmos a gestão da cosia pública e a postura dos nossos representantes nos Parlamentos. Mesmo que seja uma pretensão quimérica, jamais podemos desistir de sensibilizar quem nos rodeia, quando a causa nos parece justa e nobre, ainda mais quando agrega o que se recolhe de interações e não mero entendimento despido de partilha. Então, por isso, sugiro:

– Processo Eleitoral: Dois turnos apenas para o Parlamento, quando então no primeiro estariam concorrendo quem fosse detentor de mandato eletivo, vindo-se assim a dispensar os 2/3 dos menos votados. O 1/3 de vitoriosos disputariam com os novos candidatos no segundo turno;

– Eleições: Gerais de 4 em 4 anos e com candidatos com escolaridade mínima proporcional ao cargo, assim como a idade mínima: P. ex: Senador = 60 anos;

– Cumprimento do mandato no Parlamento, para onde fosse eleito, com a perda desse se aceitasse cargo noutro Poder;

– O servidor público se incompabilizaria do cargo para concorrer às eleições deixaria de contar tempo de serviço, não perceberia nessa ocasião os vencimentos e só poderia concorrer se contasse com mais de dez anos de efetivo serviço no Estado;

– Idade para votar igual a da responsabilidade penal;

– Redução no número de representantes no Parlamento.

– Fim do foro privilegiado e da imunidade decorrente da prática de crime comum, exceto contra honra em atividade Parlamentar e dentro das Casas;

– Na denúncia recebida pela Justiça por crime de improbidade administrativa, deve ocorrer, incontinenti, o afastamento das funções e vir o agente ser julgado em 30 dias, no máximo, priorizando-se assim crimes dessa natureza;

– Dispensa de autorização das Casas Legislativas para início de qualquer processo contra parlamentares nos crimes dolosos contra a vida, cujos denunciados serão afastados do mandato, de pronto, nesse período.

– Fim dos pedidos de vista em processos internos que correm nas Casas Legislativas.

– Presença obrigatória dos Parlamentares em todas votações que impliquem onerar o povo com tributos e nas de Lei Complementar. Em todas votações, vedado o voto secreto e abstenção ao voto de quem se fizer presente na Sessão.

16  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

Veja todas as colunas do Cel Pafiadache

pafiadache3

Dez Mandamentos – 1ª Parte

Olhar atento sobre a segurança

ZCel Pafiadache

Cel Nelson Pafiadache da Rocha
Ex-comandante geral da Brigada Militar

13  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

Veja todas as colunas do Cel Pafiadache

Por certo que o escrito de um cidadão para Jornal deste Estado, publicado em 31 de maio, na página do leitor, tinha inspiração nos Dez Mandamentos, um código de conduta que os cristãos são orientados a cumprir, como decorrência da Bíblia. Por conta disso, o escrevente apresentou alguns itens, a título de sugestão, que entendia viável integrar a Carta Constitucional, para suprir lacuna deixada por descuido ou de propósito, pelos ditos Constituintes, cuja consequência parece dispensável discorrer, posto que o brasileiro vem sentindo na pele, pois foi o que permite escorrer tanta desfaçatez praticadas por homens públicos e que atuam em representação do povo, seja no Parlamento, como na gestão do nosso País.

Avalio que muitos leitores se detiveram, ao menos por algum tempo, a pensar na pós leitura da proposição que fora lançada naquele espaço do jornal e, por evidente, sem acolhida material do expresso pelo proponente. Muito se escreve para alguns lerem e nem todos que lêem são tocados com o teor da nossa escrita. Mesmo que fossem, convivemos num sistema de quase impossibilidade de que ocorra alguma mudança que represente o efetivo clamor popular.

Li, recortei e aduzi mais alguns “mandamentos”, que em verdade se edificam também em proposições, os quais decorrem da minha concepção de poder se constituirem em mote para provocar atos tendentes a gerar alguma mudança e que se acolhido fosse, tanto quanto aquelas que o cidadão levou a publicar no jornal, poderia, de alguma forma, aperfeiçoar regramentos que a todos interessa, pois conviveríamos com mais transparência e mais gente compelida a atuar com lisura no trato da coisa pública.

Visando não tornar cansativa a leitura optei por apresentar este texto em duas partes. O acima, de certa forma, se apresenta como motivação e na segunda parte, listo algumas sugestões, que, por evidente, podem ensejar várias contraditas, que seriam muito bem-vindas, pois é do resultado de múltiplas concepções que o consenso toma corpo e cumpre com a máxima de que a voz do povo é a voz de Deus, que parece ter sumido da boca dos brasileiro.

pafiadache3

13  julho  2016 –   nelson.pr@terra.com.br

Veja todas as colunas do Cel Pafiadache